Tenho tudo e sou grata por isso.

Gratidão.

Semana passada, escrevi que a gratidão é a segunda parte do exercício que venho feito em busca de me aceitar mais como sou. Aceitação ampla e incondicional, que não significa “passar a mão na minha cabeça”. Está mais para “passar a mão no meu coração” e não ser tão dura comigo mesma.

E esse exercício, na prática, consiste em conseguir me lembrar de me sentir grata, principalmente pelas coisas mais triviais do meu dia a dia.

Porque, toda vez que eu agradeço, eu me sinto completa. Eu sinto que eu sou realmente a única responsável pela minha felicidade.

Quando eu me sinto grata, eu, automaticamente, me recordo da minha capacidade de realizar qualquer coisa que eu quiser. Não significa que é fácil, mas que o poder de ação está dentro de mim. E que cabe a mim acessá-lo.

Assim, fica mais fácil sair da armadilha do “eu não sou boa o bastante”, por isso eu não tenho/eu não mereço tal coisa. Porque quando eu me pego pensando nisso também, automaticamente, eu sinto o vazio, a falta. E tá tudo bem, porque é no vazio que o novo pode ser construído. Então, eu aceito e abraço esse vazio. Eu o acolho. Porque eu sou responsável por cuidar dos meus sentimentos.

Eu sei e sinto, mesmo que isso não faça sentido o tempo todo, que nem tudo o que eu quero que aconteça agora significa que eu precise disso agora na minha vida.

Mas eu tenho a certeza e a plenitude de saber que tudo o que eu tenho é o que eu preciso agora, para me desenvolver, para me expressar melhor, para sentir mais.

E foi como eu falei lá atrás, o que eu não tenho, eu sei que eu posso buscar, eu sei que o poder de ação está dentro de mim. Mas a forma de acessá-lo é que mudou: não precisa ser mais me culpando, me sentindo “imperfeita” – pode ser aceitando a imperfeição e me amando mesmo assim.

Como ser grato pelo que não tenho ou não sou ainda?

Comece se amando e se aceitando mais.

Porque, de resto, eu e você já temos tudo o que precisamos.

Por que é tão difícil se aceitar?

Semana passada falei que iniciaria um novo projeto, o Virando a Chave, e falei também que abordaria o tema da aceitação aqui no blog. Bom, estreamos o nosso primeiro vídeo no YouTube na segunda-feira – que nesse momento já passou de 200 visualizações, OMG! – e digamos que esse já foi um desafio pessoal de aceitação.

(Abre parêntese) Gente, vocês já se filmaram e se assistiram? É algo estranho, para quem não tem costume, né? E o que dizer então de você se filmar e se colocar no YouTube? Para uma pessoa que se dizia perfeccionista como eu – e que por muito tempo acreditou ser isso uma qualidade – é impactante ver todos os seus defeitos ali, bem na sua cara, e disponibilizados para o mundo todo ver também! Bom, mas cadê a aceitação nisso tudo, né? Bora lá… (Fecha parêntese)

Como disse, esse projeto envolvendo o YouTube tem sido um desafio para mim, mas também um grande aprendizado. Comecei a levar isso para outras áreas da vida, de modo geral, e cheguei até o seguinte questionamento: por que é tão difícil se aceitar?


Algo que é muito claro para mim é que nossa sociedade/geração atual – e não estou falando de uma 3ª pessoa, eu e você nos incluímos nela! – tem cada vez mais a tendência de só querer expor o lado bom, gentil, bonito, arrumado, bem-sucedido, alegre, principalmente nas redes sociais. Porém, nós sabemos que não somos SÓ isso – somos isso também. E somos o outro lado. Somos ruins às vezes, chatos, feios, desajeitados, fracassados, tristes. A questão é: não somos uma coisa só! E que chato seria se fôssemos, né? Mas gostaríamos de ser, e temos tentado ser, ao só aceitarmos a nossa “parte boa”. E por quê não temos conseguido aceitar essas outras partes?

Aviso de spoiler: eu ainda estou tentando achar a(s) resposta(s) para essas perguntas – e pro-me-to que irei compartilhando com vocês assim que as encontrar – haha. Mas seguem abaixo algumas reflexões que representam avanços nesse sentido. 🙂

Eu descobri que tenho dificuldade em me aceitar sim. E não estou lidando mais com esse fato de uma forma vitimizada, colocando a culpa nos outros por isso – sim, como já escrevi aqui antes, esse é o caminho mais fácil para continuarmos na nossa zona de conforto e não melhorarmos enquanto pessoas mesmo. Em primeiro lugar, estou aceitando que tenho dificuldade em me aceitar – só isso já requer certo esforço, principalmente quando você tem o costume de colocar o outro para cima, reconhecendo as qualidades dele/dela, mas não fazendo o mesmo consigo com frequência.

Sim, para mim ainda é difícil me ver falando num vídeo e não ficar me julgando, reparando nas caras e bocas que faço. Mais difícil ainda divulgar isso para quem eu conheço. Mas eu aceito essa minha dificuldade e procuro ficar em paz com ela hoje, pois sei que estou só no início de algo que nunca fiz antes, sei também que estou dando o meu melhor e que nós acreditamos muito na nossa missão – e é disso que estamos falando, de ser quem somos, de verdade.

Afinal, eu acredito que o nosso objetivo principal de vida é ser feliz, não o tempo todo, e nem com base nos ideias de perfeição que temos, mas como nós já somos, e fazemos isso, de fato, aos nos aceitarmos irrestritamente.

Hoje, a parte amorosa dentro de mim, que me aceita da forma como eu sou (e você também tem essa parte dentro de si, se você não a conhece, procure por ela!), me diz para viver a vida com mais leveza, para não me levar mais tão a sério, para desfrutar de cada momento como se fosse único mesmo, para não ter medo de me jogar em novas conexões e de confiar nas pessoas mais uma vez.

E esse raciocínio tem a ver com um exercício que tenho tentado praticar todos os dias, e que vem me transformando enquanto ser humano. Gostaria de compartilhá-lo com vocês da forma mais honesta e sincera possível – e espero que ninguém se ofenda por isso. Ele é muito simples e pode ser resumido em duas palavras: gratidão + FODA-SE.

Como assim? (o.Ó)

Calma gente, não se espantem, porque tudo tem uma explicação nessa vida, e nesse caso ela é plausível (eu acho kkkk). Vou começar o FODA-SE, tá? É o seguinte: você e eu só temos essa vida aqui, né? (até onde sabemos…) Então pra quê perder tempo deixando de fazer algo por medo do que os outros vão pensar? Por não se achar bom e perfeito o bastante para fazer? Por que deixar de viver, de sair, de sorrir, de conhecer pessoas novas, de se vestir da forma como você quer, de fazer coisas pequenas, de fazer coisas grandiosas, tudo isso por medo? MEDO DE QUÊ?

– Ai, mas eu tenho medo de ser julgada(o) por fulaninho/sicraninha…

– Ah, mas se eu fizer isso agora e lá na frente não der certo, eu vou errar mais uma vez e as pessoas vão se decepcionar comigo de novo…

– Ai, eu não posso fazer tal coisa porque eu disse lá atrás pra alguém que eu nunca faria essa coisa e agora eu estou morrendo de vontade de fazer mas eu não posso…

Resposta para todas as conversinhas da sua cabeça (e da minha também, tá?), que não te levam a lugar nenhum (vamos ser sinceros agora): FODA-SE, tá meu bem?

Posso escrever mais posts sobre isso (mais embasados e sem palavrões), mas por enquanto é isso, ok? Obrigada, de nada.

E a segunda parte do exercício é mais simples ainda: gratidão! Porque você e eu já temos tudo o que precisamos nesse momento.

Duvida? O próximo post vai ser sobre isso. Então, não perca! Assina a newsletter aqui do blog pra receber o aviso por e-mail 😉

Ah, e se você gostou desse texto, deixa um comentário aqui pra eu saber sua opinião! E vai lá no nosso canal do YouTube também, pra dar aquela moral! 😀

Novas mudanças, novos desafios

Estou voltando a postar aqui no blog depois de exatos 5 meses e 10 dias. E a partir de amanhã (27/03/2017), vocês vão poder acompanhar um novo projeto do qual estou fazendo parte, o Virando a Chave. Um projeto do meu coração, com pessoas que significam muito para mim. Além disso, vocês também vão começar a me ouvir falar muito de aceitação por aqui. Porque esse é o desafio que venho passando e que sinto que preciso compartilhar com vocês.

Passei esse tempo ausente porque não sabia de que forma poderia contribuir – e não queria só postar por postar. Então, agora que me reencontrei com esse novo projeto, essa será também a minha nova mudança sustentável: a de me aceitar completamente, como sou, com meus defeitos e qualidades, e não ter a pretensão de querer ser perfeita, agradar a todos e ter controle de tudo. Hoje eu sei que não vou ser amada por todo mundo, e não tenho mais essa necessidade, desde que eu me ame total e incondicionalmente.

Vamos juntos nesse desafio? 🙂

P.S: Criei essa espécie de mantra/oração que tem tudo a ver com esse meu momento:

Que eu valorize as minhas qualidades

Que eu ria das minhas estranhezas

Que eu me expresse com liberdade

Que eu viva cada dia mais com leveza

Qual parte sua precisa morrer?

Qual parte sua está pronta para se despedir de você?

Essa parte sua já te ensinou o que você precisava aprender.

Você só precisa deixar ela ir embora.

Eu sei que você tem medo de não se enxergar mais sem ela, a como você se acostumou ser.

Mas nessa sua nova versão que está querendo vir à tona, a antiga não cabe mais.

Por isso, você não precisa mais ter medo.

Vai ficar tudo bem.

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Você não pode ter um amanhã melhor se não parar de pensar no ontem.

Você quer mudar. Você quer ser quem você é de verdade. Mas se você não tiver coragem de se despedir dessa pessoa que você acreditou durante muito tempo ser, você não vai conseguir. Você já viu que não dá para ser quem você quer ser se você acredita que ainda precisa dela.

Eu estou falando da história que você contou para você mesmo.

Não importa qual o medo que essa história escondia: o de que você não era bom ou boa o bastante, de que você precisava se proteger, se defender de algo ou alguém, porque não queria sofrer de novo – não importa mais.

Deixa isso para trás. Segue o seu caminho, que você já sabe qual é, sem ter que carregar esse peso desnecessário.

Para quê?

Por que você continua apegada(o) a essa dor, a essa história?

Você mudou.

Você é forte: você superou, você aprendeu.

Você está aqui.

O mundo é seu. Você só precisa abraçá-lo. E esse passo só quem pode dar é você.

Então, larga esse medo.

Agradece por tudo que ele te ensinou e se despede dele, com um sorriso no rosto e o coração cheio de perdão.

Olha para a frente.

A vida está toda aí.

Se permita morrer, deixar essa parte (que não é mais) sua para trás, e renascer.

A morte não é o fim, e sim a chance de um novo começo.

Como a primavera, é chegada a hora de mostrar as suas flores para o mundo.

Estamos todos aguardando.

Cuidado ao buscar ser a sua melhor versão!

Semana passada eu assisti a uma aula ao vivo da maravilhosa Flavia Melissa em que ela falou sobre diversos assuntos relacionados à transformação pessoal e ao despertar, e um deles foi apego. Apego, especialmente, aos ideais que criamos, ou melhor, que a nossa mente criou, e que governam a nossa vida.

Sim, é o nosso inconsciente que está por trás da maior parte das crenças sobre como deveríamos ser ou como deveria ser a nossa vida. E, a partir do momento em que a realidade não é a mesma daquela que achávamos ser a dos nossos “sonhos”, nós sofremos, nos frustramos, achamos que não somos felizes. Mas que felicidade é essa? Será que é o que queremos de verdade? Muitas vezes não.

Buscamos uma felicidade com base nos ideais de outras pessoas que foram passados para nós, principalmente na infância. E tudo bem, estamos todos no mesmo barco. Mas sempre vamos ter a oportunidade de escolher e mudar e ser mais de quem somos de verdade. E isso começa com o autoconhecimento e o despertar da consciência. Como disse a linda Flavia Melissa:

Não há livre arbítrio sem autoconhecimento.

E aqui vem outro aprendizado importantíssimo que eu tive nessa aula e gostaria de compartilhar com vocês. Quando falamos em ser a nossa melhor versão, ou em se transformar para sermos o nosso melhor, precisamos ser amorosamente atenciosos com o nosso processo. Em vez de queremos nos transformar, precisamos abraçar a transformação, como disse a Flavia. Mas, qual a diferença? É simples, porém não fácil, precisamos estar atentos a isso. Por isso, a expressão Orai e Vigiai, muito utilizada por ela inclusive.

Não podemos nos condicionar ou achar que só seremos bons o bastante quando nos transformarmos, pois aí estaremos caindo mais uma vez na pegadinha do ideal de perfeição, do ap(ego) a uma imagem nossa que só existe no futuro. E sempre que acreditamos que não somos perfeitos e bons e perfeitos hoje, na situação em que nos encontramos, não estamos nos amando, nem nos acolhendo.

E precisamos parar com isso. Precisamos parar de nos julgar e, consequentemente, julgar o outro. Porque toda vez que fazemos isso é porque, mais uma vez, o ideal que a nossa mente criou não está sendo correspondido. Mas, vamos começar a questionar esses ideais. Como disse, a maioria deles foi construída no passado, na nossa infância. Mas a nossa vida está acontecendo hoje, e é só no agora que podemos ter consciência plena e decidir o que é que queremos, o que é melhor para nós e atende às nossas expectativas.

Só quando desapegamos da ideia da transformação é que nos transformamos.

O motivo da nossa mudança e melhoria como seres humanos não deve ser para atingir uma conquista no futuro (o que implica também em só se amar em determinado estado ou situação), mas sim para sermos mais de quem já somos, para nos expressarmos, aproveitar e desfrutar a vida, e não nos compararmos, uns aos outros.

Por isso, meu querido ou querida; irmãos de jornada (como disse, estamos no mesmo barco, rs), vamos abraçar a transformação. Vamos nos comprometer com a libertação dos nossos ideais de perfeição do futuro e nos aceitar e nos amar como somos agora. Nesse sentido, eu te pergunto: ao quê você ainda está apegado e sente que precisa deixar ir? Que ideal ou crença sobre você mesmo?

Continua no próximo texto…

Eu faço o que eu quero, porque tenho um coração de ouro.

Eu não acredito em coincidências. E imagino que você também não.

Eu realmente acredito que todas as coisas estão conectadas por uma força maior. E que elas dependem do nosso movimento para que se coloquem no lugar certo.

Sabe aquela expressão que diz: você sabe que as coisas estão indo bem quando elas começam a se encaixar?

E o mais incrível é que não precisa ser algo penoso, não é um esforço, sabe? É um movimento. É o seu movimento. Aquilo que você deseja fazer. Mas que não vem fazendo. Por quê?


Semana passada eu fiz a minha primeira palestra como coach. Foi incrível e eu nem imaginava fazer isso tão cedo, não estava nos meus planos. Mas, aconteceu. E eu aprendi tanto sobre mim mesma. Aprendi mais sobre quem eu quero ser, o que eu quero fazer. Aprendi sobre a responsabilidade que vem quando você começa a influenciar a vida de outras pessoas com o seu trabalho, o seu serviço. E eu sinto que quero fazer muito mais. Que posso e vou fazer muito mais.

Eu não sei explicar exatamente o que está acontecendo, o que estou sentindo, mas o que sei dizer é que depois de tanto tempo me questionando, me angustiando, por querer saber e ter a resposta para todas as perguntas, hoje eu sinto que está tudo bem. Que tudo está fazendo sentido, para mim. E isso é o que importa.

Hoje eu sei que qualquer movimento externo de transformação que você queira que aconteça, em qualquer nível, deve acontecer primeiro internamente. É e sempre será um movimento de dentro para fora. Só quando começar a fazer sentido dentro de você, as coisas (e o porquê você está fazendo o que você faz), é que elas vão começar a fazer sentido e transparecerem para o resto do mundo.

É o fluxo.

Nesse fluxo tudo se conecta. Você começa a encontrar e conhecer as pessoas certas. Você percebe que a felicidade sempre esteve dentro de você e que é uma decisão diária convidá-la a integrar o seu dia. Você busca ser a sua melhor versão sempre, não para impressionar ninguém, mas porque esse é o seu estado natural de vida. É para isso que você e eu viemos parar aqui nessa experiência, nesse mesmo espaço e tempo: para brilharmos a nossa luz.

E tudo só depende da sua mínima disponibilidade de aceitar que você não está mais no lugar onde gostaria, que você não se sente bem com algo dentro de você. E que está tudo bem. Entrega esse sentimento, esse mal estar, sente que ele já está sendo curado e trabalhado por essa força maior que nos envolve e nos protege. Muito abstrato esse papo? Tudo bem. Absorve o que faz sentido para você.

E continua no seu fluxo. Continua fazendo as coisas que você acha e sente, principalmente, que deve fazer. Se tem algo emperrado, alguma coisa que você esteja enfrentando resistência hoje para fazer, saiba que muito provavelmente é um sinal de algo que você não deveria estar fazendo. Como um livro que a gente trava e não consegue mais ler naquele momento. E, por isso, você para de ler todos os outros livros que gostaria. Percebe como isso te trava em muitos outros aspectos?


Reavalia. Faz um balanço do que você tem feito. Vê se você tem alcançando os resultados que espera. Provavelmente, muitas coisas não vão sair como você planejou, mas nem por isso significa dizer que elas deram errado ou são ruins. No mínimo, você aprendeu algo com elas não? E isso serve para que você aplique no seu próximo movimento, na sua próxima ação.

E, sobretudo, confia. Acredita que nem você, e nem ninguém, está aqui sozinho. Cada um de nós está fazendo a sua parte, fazendo aquilo que acredita ser o melhor. Sonho? Utopia? Por um tempo, eu tinha medo de pensar assim, eu mesma duvidava do que eu acreditava. Mas, hoje, não mais. Hoje eu sei que não estou sozinha, pois ando ao lado de várias pessoas que acreditam e seguem os seus sonhos. Segue a sua turma. Faz o que você quer fazer. Tenha a coragem para dizer para você mesmo, sem medo algum e arrogância: “eu faço o que eu quero”. Porque, quando fazemos o que queremos, somos nossas melhores versões, e ao sermos o melhor que podemos, estamos ajudando o mundo a ser um lugar melhor.


Desde a semana passada que eu li o texto que continha essa frase, do admirado coach Igor Andreosi, e ela está pulsando no meu coração, com toda a verdade que ela carrega. Pois, assim como ele, “eu sei que o céu da humanidade está nublado, mas eu escolho só ver o Sol”. Eu escolho só ver o Sol em mim e em você. Na pessoa que está ao meu lado na fila do banco, ou naquela que eu instantaneamente julgaria por ser “diferente” de mim, mas que agora eu agradeço e honro a sua existência, por estar por perto para me ensinar algo sobre mim mesma. Eu sei que eu não sou perfeita e que ainda tenho muito a aprender. Mas eu escolho me lembrar que eu posso ser o que eu quiser, pois eu carrego dentro de mim toda a força para fazer o que quero. Porque eu tenho um coração de ouro e você também.

Receita: Arroz colorido – e nutritivo!

Olha eu aqui de novo! Depois de quase um mês sem postar nada… bom, isso é assunto para outro post específico. Vim aqui para compartilhar essa receita que já faço há um tempo e gosto muito, principalmente porque é nutritiva e ajuda a variar o tradicional arroz integral.

Então, sem enrolação, vamos à receita!

Ingredientes:

  • 1 berinjela cortada em cubos
  • 2 tomates cortados em cubos
  • 1 cebola cortada em cubos
  • Arroz integral e/ou com grãos
  • Alho amassado
  • Pimenta do reino
  • Sal
  • Orégano
  • Canela em pó
  • 1 ½ litro de água fervente

 

montagem-arrozComece colocando a água para ferver. Depois, amasse o alho e corte a cebola em cubinhos. Doure a cebola e o alho no azeite ou óleo. Acrescente o arroz. Refogue-os e depois despeje a água fervente. Coloque os temperos e o sal. A canela é um toque especial. Se quiser colocar outras ervas, como salsa, cebolinha, fica uma delícia também. Experimente e se o sabor estiver ok, acrescente o tomate cortado em cubos. Mexa e deixe o tomate cozinhar junto com o restante dos ingredientes. Por último, coloque a berinjela, mexa e deixe a panela parcialmente fechada com a tampa. Vá misturando, conforme a berinjela for cozinhando. Depois de cozida, a berinjela e o tomate conferem uma cremosidade ao arroz, que normalmente é meio seco, né? Principalmente o integral.

E esse é o resultado final:

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Apresentação bonita também tá valendo 😉

Outra dica para variar o gosto do arroz integral e que eu faço bastante também é cozinhá-lo com cenoura em cubos e açafrão ou cúrcuma, que você acha facilmente na seção de temperos do supermercado ou em lojas que vendem produtos naturais a granel. A cúrcuma é ótima porque, além de ter propriedades medicinais, também dá uma cor ao arroz integral, que normalmente é meio pálido.

Espero que tenham gostado desse tipo de post aqui no blog. Como disse, quero poder passar para outras pessoas que, assim como eu, querem ter hábitos mais saudáveis, mesmo em meio a outras atividades, como trabalho, cuidar da casa, cuidar de si. Enfim, espero que façam e me contem o que acharam depois!

Beijos, Júlia!